Estamos confiantes de que sabemos a posição da caixa-preta do voo numa margem de alguns quilômetros", disse ele em discurso em Xangai, a capital comercial chinesa. "Ainda assim, a confiança na posição aproximada da caixa- preta não é o mesmo que recuperar destroços a quase quatro quilômetros e meio de profundidade no mar ou, finalmente, determinar tudo o que aconteceu no voo."
O voo MH370 da companhia Malaysia Airlines, com 227 passageiros e 12 tripulantes a bordo, desapareceu no dia 8 de março e acredita-se que a aeronave tenha se desviado milhares de quilômetros de sua rota original de Kuala Lumpur para Pequim e tenha caído no oceano Índico.
As caixas-pretas do avião podem ajudar a resolver o mistério sobre o que levou o Boeing 777 a se desviar da rota do curso. Mas as baterias que alimentam a localização dos dispositivos duram apenas cerca de um mês - e já faz mais de 30 dias que o avião desapareceu. Encontrar as caixas-pretas será extremamente difícil porque a profundidade da região é de 4.500 metros, segundo especialistas.
O navio australiano Oceano Shield foi o primeiro a detectar quatro sinais acústicos vindos de uma mesma área ampla, no sábado (5). Mais tarde, esses sons foram tidos como coerentes com os pings - como são conhecidos os sinais de dados gerados por caixas-pretas de aviões - da Marinha americana. Dois sinais foram registrados no final de semana e outros dois na terça-feira.
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| O primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, fala sobre o voo da Malásia ao lado do primeiro-ministro malaio, Najib Razak, à esq., em Perth, Austrália (3/04) |

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